Quer inovar na volta às aulas? O UOL Educação pesquisou o que há de novo nas opções de materiais escolares. Foram encontrados produtos que vão de uma mochila-patinete até apontadores sinistros... Cadernos reciclados ou personalizados, canetas e ponteiras de lápis diferentes e muitos outros itens que você pode conferir nas próximas páginas.
Fonte:
http://educacao.uol.com.br/album/120131_material_escolar_album.htm
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Em Brasília, professores pedem 10% do PIB para a Educação
Professores de todo o país participam nesta quarta-feira (26) de uma manifestação, em Brasília, para pedir que 10% do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro seja destinado para a educação.Os docentes também exigem o cumprimento da lei que estabelece um piso salarial nacional para a categoria, que atualmente é R$ 1.187,97. O evento foi organizado pela CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação)
Professores da rede estadual do RJ prometem paralisação de 24h para amanhã
Professores da rede estadual do Rio de Janeiro planejam uma paralisação de 24h para amanhã (28), com assembleia geral marcada para as 11h e ato público na frente da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado) previsto para o período da tarde.
Segundo Vera Lúcia Nepomuceno, da coordenação geral do Sepe-RJ (Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação), a paralisação faz parte do movimento nacional pela lei do piso, além de cobrar do governo estadual a garantia de uma carga horária para planejamento. O sindicato também lançará amanhã a campanha salarial de 2012, tendo como reivindicações emergenciais, a incorporação de todas as gratificações ainda existentes para professores e funcionários e um reajuste de 36% nos salários.
O sindicato também quer garantia de abertura de turmas para professores que estariam sem aulas por causa do Projeto Autonomia (destinado aos estudantes que já repetiram de série algumas vezes, que ficaram afastados ou entraram tardiamente na escola). De acordo com Vera Lúcia, o projeto coloca apenas um professor em sala, para ministrar aulas de diversas disciplinas.
Ver em tamanho maior
Veja como foi a greve dos professores do RJ no ano passado; paralisação durou mais de dois meses
Segundo o sindicato, cerca de 60% dos funcionários aderiram ao movimento e 70% das escolas da baixada Fluminense estão paralisadas. Na capital, a porcentagem é de 50%. No interior, são 30% das escolas que estão sem aula. Já a Secretaria da Educação fala em uma adesão de 1,5% dos 51 mil professores Mais Júlio César Guimarães/UOL
A Seeduc (Secretaria de Estado de Educação) informou que nas últimas paralisações, a percentagem de professores que aderiram ao movimento não chegou a 1%. “Mesmo com a baixa adesão, a secretaria lamenta qualquer prejuízo que os alunos e responsáveis possam vir a ter com este tipo de ação”, informou em nota.
A rede estadual do Rio de Janeiro tem 1.357 unidades escolares, 78.153 professores e mais de 1 milhão de alunos.
Paralisação nacional
A CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) convocou uma greve nacional para os das 14, 15 e 16 de março. O movimento reivindica a aprovação do piso nacional de R$ 1.937,26 em 2012, planos de carreiras e que o texto do PNE (Programa Nacional da Educação) estabeleça o investimento de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação.
As redes estaduais e municipais do Rio de Janeiro também prometem parar nesses dias.
Suellen Smosinski
Do UOL, em São Paulo
Segundo Vera Lúcia Nepomuceno, da coordenação geral do Sepe-RJ (Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação), a paralisação faz parte do movimento nacional pela lei do piso, além de cobrar do governo estadual a garantia de uma carga horária para planejamento. O sindicato também lançará amanhã a campanha salarial de 2012, tendo como reivindicações emergenciais, a incorporação de todas as gratificações ainda existentes para professores e funcionários e um reajuste de 36% nos salários.
O sindicato também quer garantia de abertura de turmas para professores que estariam sem aulas por causa do Projeto Autonomia (destinado aos estudantes que já repetiram de série algumas vezes, que ficaram afastados ou entraram tardiamente na escola). De acordo com Vera Lúcia, o projeto coloca apenas um professor em sala, para ministrar aulas de diversas disciplinas.
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Veja como foi a greve dos professores do RJ no ano passado; paralisação durou mais de dois meses
Segundo o sindicato, cerca de 60% dos funcionários aderiram ao movimento e 70% das escolas da baixada Fluminense estão paralisadas. Na capital, a porcentagem é de 50%. No interior, são 30% das escolas que estão sem aula. Já a Secretaria da Educação fala em uma adesão de 1,5% dos 51 mil professores Mais Júlio César Guimarães/UOL
A Seeduc (Secretaria de Estado de Educação) informou que nas últimas paralisações, a percentagem de professores que aderiram ao movimento não chegou a 1%. “Mesmo com a baixa adesão, a secretaria lamenta qualquer prejuízo que os alunos e responsáveis possam vir a ter com este tipo de ação”, informou em nota.
A rede estadual do Rio de Janeiro tem 1.357 unidades escolares, 78.153 professores e mais de 1 milhão de alunos.
Paralisação nacional
A CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação) convocou uma greve nacional para os das 14, 15 e 16 de março. O movimento reivindica a aprovação do piso nacional de R$ 1.937,26 em 2012, planos de carreiras e que o texto do PNE (Programa Nacional da Educação) estabeleça o investimento de 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para a educação.
As redes estaduais e municipais do Rio de Janeiro também prometem parar nesses dias.
Suellen Smosinski
Do UOL, em São Paulo
Aumento do piso dos professores terá impacto de R$ 1,6 bilhão nas contas municipais
O aumento de 22% do piso nacional do magistério anunciado hoje (27) pelo MEC (Ministério da Educação) terá um impacto de 1,6 bilhão nas contas das prefeituras. Os dados constam de levantamento da CNM (Confederação Nacional dos Municípios). A estimativa, que leva em conta informações referentes a 2.039 cidades, foi feita a partir da diferença entre as médias salariais pagas hoje a professores das redes municipais e o piso de R$ 1.451 para 2012 fixado pelo MEC.
Aprovada em 2008, a Lei do Piso determina que nenhum professor de escola pública, com formação em nível médio, pode receber menos do que o valor determinado por uma jornada de 40 horas semanais. O piso refere-se apenas ao vencimento base e o cálculo para o pagamento não pode incluir outras vantagens como gratificações e adicionais. De acordo com o estudo da CNM, os salários-base para professores com jornada de 40 horas e nível médio variaram nas cidades pesquisadas entre R$ 316,80 e R$ 2.439,14.
* Piso nacional do magistério de 2012 é definido em R$ 1.451
Entre as regiões do país, os municípios do Nordeste são os que terão maior impacto nas suas contas em função do aumento do piso. Serão necessários R$ 816 milhões a mais para garantir o pagamento de acordo com o que manda a lei. Isso porque as redes de ensino da região têm as menores médias salariais e um grande número de professores. Em 2011, o piso foi R$1.187 e em 2010, R$ 1.024. Em 2009, primeiro ano da vigência da lei, o piso era R$ 950.
A legislação também determina que um terço da carga horária do professor deverá ser reservada para atividades fora da sala de aula, como planejamento pedagógico e atualização. Com a aplicação correta do dispositivo, as redes de ensino necessitariam contratar mais professores o que, segundo, a CNM, significaria a necessidade de um investimento extra de R$ 3,8 bilhões. A entidade estima que será necessário contratar mais 195 mil docentes para adequar a carga horária à regra estabelecida na lei.
Os municípios do Sul e o Sudeste são aqueles onde o professor tem menos tempo para atividade fora da sala de aula: em média, 20% e 18,7% da jornada de trabalho, respectivamente. Há grandes discrepâncias com relação ao tempo para atividades extra-classe nas diferentes redes de ensino. De acordo com a CNM, em algumas redes de ensino, não há nem uma hora reservada para essas atividades, enquanto em outras cidades os planos de carreira determinam que 35% da jornada do professor será fora da sala de aula.
A entidade cobra uma maior participação da União no custeio do pagamento dos salários dos professores. A Lei do Piso prevê que, nos casos em que o município não possa bancar o valor, a União repassará recursos complementares. Mas, desde que a legislação está em vigor, nenhuma prefeitura ou governo estadual cumpriu os pré-requisitos necessários – como a comprovação de incapacidade financeira – para obter a complementação.
Amanda Cieglinski
Da Agência Brasil, em Brasília
Aprovada em 2008, a Lei do Piso determina que nenhum professor de escola pública, com formação em nível médio, pode receber menos do que o valor determinado por uma jornada de 40 horas semanais. O piso refere-se apenas ao vencimento base e o cálculo para o pagamento não pode incluir outras vantagens como gratificações e adicionais. De acordo com o estudo da CNM, os salários-base para professores com jornada de 40 horas e nível médio variaram nas cidades pesquisadas entre R$ 316,80 e R$ 2.439,14.
* Piso nacional do magistério de 2012 é definido em R$ 1.451
Entre as regiões do país, os municípios do Nordeste são os que terão maior impacto nas suas contas em função do aumento do piso. Serão necessários R$ 816 milhões a mais para garantir o pagamento de acordo com o que manda a lei. Isso porque as redes de ensino da região têm as menores médias salariais e um grande número de professores. Em 2011, o piso foi R$1.187 e em 2010, R$ 1.024. Em 2009, primeiro ano da vigência da lei, o piso era R$ 950.
A legislação também determina que um terço da carga horária do professor deverá ser reservada para atividades fora da sala de aula, como planejamento pedagógico e atualização. Com a aplicação correta do dispositivo, as redes de ensino necessitariam contratar mais professores o que, segundo, a CNM, significaria a necessidade de um investimento extra de R$ 3,8 bilhões. A entidade estima que será necessário contratar mais 195 mil docentes para adequar a carga horária à regra estabelecida na lei.
Os municípios do Sul e o Sudeste são aqueles onde o professor tem menos tempo para atividade fora da sala de aula: em média, 20% e 18,7% da jornada de trabalho, respectivamente. Há grandes discrepâncias com relação ao tempo para atividades extra-classe nas diferentes redes de ensino. De acordo com a CNM, em algumas redes de ensino, não há nem uma hora reservada para essas atividades, enquanto em outras cidades os planos de carreira determinam que 35% da jornada do professor será fora da sala de aula.
A entidade cobra uma maior participação da União no custeio do pagamento dos salários dos professores. A Lei do Piso prevê que, nos casos em que o município não possa bancar o valor, a União repassará recursos complementares. Mas, desde que a legislação está em vigor, nenhuma prefeitura ou governo estadual cumpriu os pré-requisitos necessários – como a comprovação de incapacidade financeira – para obter a complementação.
Amanda Cieglinski
Da Agência Brasil, em Brasília
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Alunos de escolas públicas terão atendimento dentário a partir de abril
A partir de abril, consultórios itinerantes dentários e oftalmológicos vão atender alunos de escolas públicas em 20 estados.
A iniciativa é uma parceria dos ministérios da Educação e da Saúde. Os consultórios são montados em caminhões, que atenderão em frente às escolas que fazem parte do Programa Saúde na Escola. De acordo com o Ministério da Saúde, são 37 veículos, com até dois consultórios oftalmológicos, e 34 caminhões, onde será feito o atendimento.
As crianças passarão por exames de retina, de fundo do olho e receberão óculos quando detectados
problemas. Os consultórios dentários são equipados para limpeza, extração e aplicação de flúor.
Na primeira fase, o atendimento oftalmológico será feito na cidades com hospitais universitários, onde há estudantes de medicina e residentes. Depois, os consultórios serão levados ao interior do país.
De 2011 até o início deste ano, 2.500 municípios aderiram ao Programa Saúde na Escola, segundo o ministério.
Carolina Pimentel
Da Agência Brasil, em Brasília
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A iniciativa é uma parceria dos ministérios da Educação e da Saúde. Os consultórios são montados em caminhões, que atenderão em frente às escolas que fazem parte do Programa Saúde na Escola. De acordo com o Ministério da Saúde, são 37 veículos, com até dois consultórios oftalmológicos, e 34 caminhões, onde será feito o atendimento.
As crianças passarão por exames de retina, de fundo do olho e receberão óculos quando detectados
problemas. Os consultórios dentários são equipados para limpeza, extração e aplicação de flúor.
Na primeira fase, o atendimento oftalmológico será feito na cidades com hospitais universitários, onde há estudantes de medicina e residentes. Depois, os consultórios serão levados ao interior do país.
De 2011 até o início deste ano, 2.500 municípios aderiram ao Programa Saúde na Escola, segundo o ministério.
Carolina Pimentel
Da Agência Brasil, em Brasília
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Ministério distribuirá tablets para professores do ensino médio
O Ministério da Educação vai investir cerca de R$ 150 milhões neste ano para a compra de 600 mil tablets para uso dos professores do ensino médio de escolas públicas federais, estaduais e municipais. De acordo com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, os equipamentos serão doados às escolas e entregues no segundo semestre.
O objetivo do projeto Educação Digital – Política para computadores interativos e tablets, anunciado pelo ministro Mercadante nesta quinta-feira (02), é oferecer instrumentos e formação aos professores e gestores das escolas públicas para o uso intensivo das tecnologias de informação e comunicação (TICs) no processo de ensino e aprendizagem.
Para o ministro, o mundo evolui em direção a uma sociedade do conhecimento e a escola tem que acompanhar esse processo. “É muito importante que a gente construa uma estratégia sólida para que a escola possa formar, preparar essa nova geração para o uso de tecnologias da informação”, disse. Segundo o ministro, esse é um processo e o governo federal quer acelerar, sem atropelos. “É evidente que a tecnologia não é um objetivo em si, nada substitui a relação professor-aluno.”
A tecnologia, afirmou, vai ser tão mais eficiente quanto maiores forem os cuidados pedagógicos e quanto maior for o envolvimento dos professores no processo. “Estamos definindo que, na educação, a inclusão digital começa pelo professor.”
O projeto compreende o computador interativo - equipamento desenvolvido pelo MEC, que reúne projeção, computador, microfone, DVD, lousa e acesso à internet, e o tablet. Os computadores interativos já foram distribuídos para as escolas do ensino médio e no segundo semestre chegam os tablets. Esses tablets serão nos modelos de 7 ou 10 polegadas, bateria com duração de 6 horas, colorido, peso abaixo de 700 gramas, tela multitoque, câmera e microfone para trabalho multimídia, saída de vídeo, conteúdos pré-instalados, entre outras características.
Aos computadores serão integradas as lousas eletrônicas, compostas de caneta e receptor. Acopladas ao computador interativo (equipamento com computador e projetor, ofertado pelo MEC aos estados e municípios), permitirão ao professor trabalhar os conteúdos disponíveis em uma parede ou quadro rígido, sem a necessidade de manuseio do teclado ou do computador.
Além de enviar equipamentos, o MEC oferece cursos de formação aos professores. Segundo Mercadante, mais de 300 mil professores já fizeram o curso do ProInfo, e agora os 600 mil que lecionam no ensino médio terão à disposição um curso de 360 horas para trabalhar com as novas mídias. A qualificação será feita pela rede de formadores do ProInfo, que já trabalha com especialistas de universidades públicas.
Fundamental - Pelo cronograma do projeto Educação Digital, assim que for concluída a entrega de tablets para as escolas do ensino médio, terá início a distribuição para os estabelecimentos do ensino fundamental que oferecem os anos finais e a seguir para os anos iniciais. Foram pré-requisitos para definir por onde começar a distribuição de tablets: ser escola urbana de ensino médio, ter internet banda larga, laboratório do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo) e rede sem fio (wi-fi).
Conforme o ministro da Educação, com a entrega de novas tecnologias da informação, professores e escolas públicas vão poder combinar esses instrumentos com as demais mídias. Ele citou o Portal do Professor, que é um dos espaços mais consultados pela categoria e que ainda pode e deve ser ampliado.
Hoje, disse, estão disponíveis no portal 15 mil aulas criadas por educadores e aprovadas por um comitê editorial do MEC. Mercadante anunciou que vai lançar editais e constituir um comitê nacional para selecionar e recomendar as melhores aulas que estarão disponíveis para todos os professores.
Fonte: Assessoria de Comunicação do MEC
O objetivo do projeto Educação Digital – Política para computadores interativos e tablets, anunciado pelo ministro Mercadante nesta quinta-feira (02), é oferecer instrumentos e formação aos professores e gestores das escolas públicas para o uso intensivo das tecnologias de informação e comunicação (TICs) no processo de ensino e aprendizagem.
Para o ministro, o mundo evolui em direção a uma sociedade do conhecimento e a escola tem que acompanhar esse processo. “É muito importante que a gente construa uma estratégia sólida para que a escola possa formar, preparar essa nova geração para o uso de tecnologias da informação”, disse. Segundo o ministro, esse é um processo e o governo federal quer acelerar, sem atropelos. “É evidente que a tecnologia não é um objetivo em si, nada substitui a relação professor-aluno.”
A tecnologia, afirmou, vai ser tão mais eficiente quanto maiores forem os cuidados pedagógicos e quanto maior for o envolvimento dos professores no processo. “Estamos definindo que, na educação, a inclusão digital começa pelo professor.”
O projeto compreende o computador interativo - equipamento desenvolvido pelo MEC, que reúne projeção, computador, microfone, DVD, lousa e acesso à internet, e o tablet. Os computadores interativos já foram distribuídos para as escolas do ensino médio e no segundo semestre chegam os tablets. Esses tablets serão nos modelos de 7 ou 10 polegadas, bateria com duração de 6 horas, colorido, peso abaixo de 700 gramas, tela multitoque, câmera e microfone para trabalho multimídia, saída de vídeo, conteúdos pré-instalados, entre outras características.
Aos computadores serão integradas as lousas eletrônicas, compostas de caneta e receptor. Acopladas ao computador interativo (equipamento com computador e projetor, ofertado pelo MEC aos estados e municípios), permitirão ao professor trabalhar os conteúdos disponíveis em uma parede ou quadro rígido, sem a necessidade de manuseio do teclado ou do computador.
Além de enviar equipamentos, o MEC oferece cursos de formação aos professores. Segundo Mercadante, mais de 300 mil professores já fizeram o curso do ProInfo, e agora os 600 mil que lecionam no ensino médio terão à disposição um curso de 360 horas para trabalhar com as novas mídias. A qualificação será feita pela rede de formadores do ProInfo, que já trabalha com especialistas de universidades públicas.
Fundamental - Pelo cronograma do projeto Educação Digital, assim que for concluída a entrega de tablets para as escolas do ensino médio, terá início a distribuição para os estabelecimentos do ensino fundamental que oferecem os anos finais e a seguir para os anos iniciais. Foram pré-requisitos para definir por onde começar a distribuição de tablets: ser escola urbana de ensino médio, ter internet banda larga, laboratório do Programa Nacional de Tecnologia Educacional (ProInfo) e rede sem fio (wi-fi).
Conforme o ministro da Educação, com a entrega de novas tecnologias da informação, professores e escolas públicas vão poder combinar esses instrumentos com as demais mídias. Ele citou o Portal do Professor, que é um dos espaços mais consultados pela categoria e que ainda pode e deve ser ampliado.
Hoje, disse, estão disponíveis no portal 15 mil aulas criadas por educadores e aprovadas por um comitê editorial do MEC. Mercadante anunciou que vai lançar editais e constituir um comitê nacional para selecionar e recomendar as melhores aulas que estarão disponíveis para todos os professores.
Fonte: Assessoria de Comunicação do MEC
Estado garante enquadramento por formação a mais de 3 mil professores
Acréscimo ao vencimento pode chegar a 36%
Na última sexta-feira (03/02), o Governo do Estado publicou em Diário Oficial a relação dos 3.377 professores que tiveram seus processos de solicitação de Enquadramento por Formação concluídos. A publicação refere-se aos processos encaminhados para análise no período de 1º de julho a 31 de outubro de 2011.
Esses servidores terão seus vencimentos acrescidos de 12% até 36%, dependendo da formação apresentada, incidindo sobre os triênios. A previsão é de que o pagamento seja feito em março, retroativo a 1º de dezembro de 2011. O impacto do enquadramento na folha desse período será de aproximadamente R$ 6,2 milhões.
- Essa é uma conquista importante para o magistério. Estamos trabalhando para zerar os passivos – disse o subsecretário de Gestão de Pessoas, Luiz Carlos Becker, destacando que a medida é mais uma ação de valorização do magistério estadual e que atende também a uma antiga reivindicação dos profissionais, principalmente os de 40h.
Desde janeiro de 2011, a Seeduc vem cumprindo os compromissos assumidos com a categoria, inclusive com melhorias salariais. Além de reajustes, houve ainda a antecipação de parcelas do antigo Programa Nova Escola.
A concessão de auxílio-transporte foi outro avanço, com investimento de R$ 68 milhões, no ano passado. Em formação e aperfeiçoamento, foram aplicados R$ 25 milhões no cartão-qualificação e R$ 14 milhões no programa de formação continuada para docentes. Na majoração da GLP (hora-extra), foram disponibilizados mais R$ 17 milhões, em 2011.
Fonte:
http://www.rj.gov.br/web/seeduc/exibeconteudo?article-id=767724
Na última sexta-feira (03/02), o Governo do Estado publicou em Diário Oficial a relação dos 3.377 professores que tiveram seus processos de solicitação de Enquadramento por Formação concluídos. A publicação refere-se aos processos encaminhados para análise no período de 1º de julho a 31 de outubro de 2011.
Esses servidores terão seus vencimentos acrescidos de 12% até 36%, dependendo da formação apresentada, incidindo sobre os triênios. A previsão é de que o pagamento seja feito em março, retroativo a 1º de dezembro de 2011. O impacto do enquadramento na folha desse período será de aproximadamente R$ 6,2 milhões.
- Essa é uma conquista importante para o magistério. Estamos trabalhando para zerar os passivos – disse o subsecretário de Gestão de Pessoas, Luiz Carlos Becker, destacando que a medida é mais uma ação de valorização do magistério estadual e que atende também a uma antiga reivindicação dos profissionais, principalmente os de 40h.
Desde janeiro de 2011, a Seeduc vem cumprindo os compromissos assumidos com a categoria, inclusive com melhorias salariais. Além de reajustes, houve ainda a antecipação de parcelas do antigo Programa Nova Escola.
A concessão de auxílio-transporte foi outro avanço, com investimento de R$ 68 milhões, no ano passado. Em formação e aperfeiçoamento, foram aplicados R$ 25 milhões no cartão-qualificação e R$ 14 milhões no programa de formação continuada para docentes. Na majoração da GLP (hora-extra), foram disponibilizados mais R$ 17 milhões, em 2011.
Fonte:
http://www.rj.gov.br/web/seeduc/exibeconteudo?article-id=767724
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